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domingo, fevereiro 26, 2006

Rádio por assinatura(?)

Não sei se virá a ser também realidade em Angola, mas é um dos rumos que a rádio já está a tomar na Europa, face aos desafios tecnológicos e aos novos media.

Segundo o jornal “Diário Económico”, «A rádio seguirá o caminho percorrido pela televisão, à medida que o seu modelo de negócio evolui, deixando de depender da publicidade para passar a contar com a subscrição ou assinatura, revelou um estudo da Deloitte sobre as principais tendências da tecnologia, media e telecomunicações para 2006».

Que tal, por cá...


Adaptado por: Soberano Canhanga
Do blog:
http://amateriadotempo.blogspot.com

3 comentários:

Denudado disse...

Agradeço a referência ao meu blog, mas o artigo citado não é meu. Ele é do blog "A Rádio em Portugal" (http://ouvidor.blogspot.com/).

Já agora, aproveito para comentar, respondendo à pergunta se a rádio por assinatura poderá ser realidade em Angola.

Eu acho que sim, se ela for por satélite, como acontece nos Estados Unidos.

Num país tão vasto como Angola, uma eficaz cobertura radiofónica do território fora das localidades só se poderá fazer de duas formas: ou em ondas curtas (incluindo as ondas tropicais) ou por satélite.

As ondas curtas, como se sabe, não têm o melhor dos sons; sofrem distorções e interferências. No entanto, elas permitem que um emissor relativamente barato consiga cobrir uma província ou uma região mais ou menos vasta, dependendo da potência do emissor. Além da RNA, que cobre todo o país em ondas curtas a partir de Luanda (com o Canal A e o canal N'Gola Yetu), creio que algumas estações provinciais angolanas possuem um emissor de ondas curtas, a par do FM e/ou das ondas médias.

O satélite, por seu lado, tem um som com uma qualidade próxima da dos CDs e não tem interferências. No entanto, como ele cobre uma vasta zona (pode cobrir Angola inteira e ainda os países vizinhos), ele não permite uma diferenciação local e regional. A rádio por satélite é uma rádio centralizada pela sua própria natureza.

Edson Macedo disse...

Quem sabe dessa forma deixamos de aturar programas só e apenas porque pagam a publicidade e em alguns casos até os salários da casa...
Infelizmente quem decide tem medo de apostar na qualidade e nos despedimentos. Mais qualidade, mais investimento em máquinas levam necessariamente ao despedimento de muita gente que fica por aqui a passear e as vezes a fazer birra para fazer algo. E depois o reduzir das verbas levam ao não descaminho da massa que é mau para quem manda. Afinal como comprar os jeep´s?

Anónimo disse...

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