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terça-feira, janeiro 22, 2019

A VILANIZAÇÃO DA VÍTIMA E HERONIZAÇÃO DO VILÃO

Reli, em tempos, não mais de duas semanas, as tácticas de Goebels, ministro da propaganda de Hitler, e um dos pontos era exaurir o inimigo até à estopinha.
"Seleccionar os inimigos, um de cada vez, e acabar com toda a sua imagem e reputação, ao ponto de sere completamente indigesto por quem oiça pronunciar seu nome"...
Trazendo isso à esfera político-militar de infeliz memória, assistimos a dois palcos que consistiam na vilanização do adversário/inimigo. Apenas não sabia que tal se podia estender a outros segmentos do agir e fazer humano.
Conta-se, não tenho provas, que certos ataques militares inimigos foram permitidos/consentidos para acirrar a ira dos populares infelizes, de modo a  vilanizar, até tornar intragável, o nome do adversário/inimigo.
Já imaginou o motorista saber que a estrada está minada e mesmo assim levar o carro carregado de gente a accionar a mina para buscar a condenação máxima do autor do engenho? Podia ter evitado o pior. Sim ou não?
Que tal levar isso a outras realidades? Qualquer semelhança com factos concretos da nossa sociedade é mera coincidência.
Há casos em que, com a conivência de quem sabe e pode evitar o pior, o vilão se torna herói e a vítima vilanizada!
 
Texto escrito a 04.11.18

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