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terça-feira, dezembro 12, 2006

OUTROS TEMPOS IV


Naqueles tempos em que consentir qualquer sacrifício era considerado o mínimo que os cidadãos ( povo) deviam fazer, era comum dizer-se: - Cada cidadão é e deve sentir-se necessariamente um soldado".
E hoje?

Soberano Canhanga

2 comentários:

Anónimo disse...

Acho que continuamos a ser soldados. Agora o conceito de soldado e o que cada um combate em cada sítio é que torna a diferença entre tudo o resto.

Ruth

Delfim Corral disse...

Soldados, muitos soldados... e armas, muitas armas... minas, muitas minas... metralhadoras, muitas metralhadoras... bombas, muitas bombas. Felizmente parece que agora a "poesia" está a mudar.