Chamo às nossas actuais demandas de “escravatura pós-moderna”.
Somos formalmente livres, mas vivemos sem liberdade real. Sem tempo, sem dinheiro e, mesmo entre os que têm, sem desfrute. Esta condição afasta-nos dos nossos parentes e amigos.
O mais cruel é quando cessamos funções: o tempo volta, mas os afectos não nos recebem como antes. A liberdade que nos prometem é apenas uma pausa entre obrigações.

Sem comentários:
Enviar um comentário